sexta-feira, 23 de julho de 2010
Rafael Mascarenhas e Cissa

Soneto da separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
O corpo vai embora e o que fica são as vivencias os ensinamentos e as lembranças!Cissa A dor vai acalmar mais as lagrima vão continuar por muito tempo rolando, deixe-as rolar mais sempre ao lado de quem ama você e nunca solitáriamente! Vamos juntos Seu publico, seus amigos e você continuar essa longa e ardua caminhada sempre aos olhos vigilantes do nosso pai!
Empresários brasileiros Investem em Tecnologia!
O Brasil foi o grande destaque da CEBIT 2010, Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços, que aconteceu de 2 a 6 de março na Alemanha. Neste ano, 25 empresas brasileiras participaram da Feira de Hannover, a maior do mundo no setor. Mais de 4 mil expositores de 68 paises participaram desta edição, que traz como país parceiro, neste ano, a Espanha.
Uma das maiores atrações foi o lançamento de televisores 3D que não necessitam de óculos especiais. A empresa See Foot propõe um jogo de câmeras para obter o mesmo efeito, dispensando os óculos, popularizado no filme Avatar. Os telefones celulares com tela tátil, que conheceram um verdadeiro boom depois do lançamento do IPhone, também foram um dos destaques da Feira. Na abertura, dia 2, quem roubou a cena foram os robôs boleiros, desenvolvidos pela universidade de Brême, no norte da Alemanha: Rajesh, Penny, Sheldon e Leonard.
A diretora da Hannover Fairs Brasil, empresa que representa a CEBIT no Brasil, Brenda Baumle, nos deu um panorama sobre a o que a CEBIT 2010 trouxe de novo neste ano. Segundo ela, a participação brasileira tem tido cada vez mais destaque na Feira. A empresa brasileira Digistar, de Porto Alegre, é uma das participantes da da CEBIT 2010. Fundada em 1999, ela está presente em diversos países. Entre seus maiores clientes, estão a Austrália, a África do Sul, o Irã, os Estados Unidos, Argentina e Chile. Neste ano, a Digistar, especializada em soluções de telecomunicações em grandes empresas, apresentará uma tecnologia que possibilita a transferência de um ramal interno para telefones com tecnologia 3G.
Foco no Crescimento ABILIO DINIZ
O estilo de gestão de Abilio Diniz
Portal EXAME -
Quando assumiu o controle do Pão de Açúcar, no início da década de 90, o empresário Abilio Diniz adotou um estilo centralizador de gestão. "Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa", admite. Entre 2003 e 2007, Abilio alterou radicalmente sua postura. Passou a presidir o conselho do maior grupo de varejo do país e, mesmo quando achava que seus diretores estavam errados, deixava que eles tomassem as decisões para que aprendessem com seus erros. Com os resultados fracos apresentados pela empresa, Abilio resolveu mudar novamente. Em entrevista à gestora de recursos Rio Bravo, que investe em ações do Pão de Açúcar, ele revela que encontrou um meio-termo. Abilio Diniz voltou a trabalhar na mesma sala que os diretores e as decisões estratégicas só são tomadas se ele e o conselho estiverem convencidos dos benefícios. No entanto, o dia-a-dia da empresa ficou a cargo da diretoria. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:
Profissionalização: Quando tomei as rédeas da empresa nos anos 90 eu centralizei tudo comigo. Eu era o presidente, o superintendente e o cara que estava com a mão na massa. De 2003 para cá, decidi que essa empresa não poderia viver tão dependente de mim. E aí decidi pela profissionalização, com uma diretoria sem nenhum Diniz como executivo. Todos nós fomos para o conselho, presidido por mim.
Essa transição de uma empresa liderada por uma única pessoa durante muito tempo, para uma diretoria profissional não foi fácil. Nós tivemos cinco anos que passamos andando de lado (de 2003 a 2007). Felizmente no final de 2007, fizemos uma mudança, reestruturamos a diretoria executiva e, hoje, o crescimento da companhia, do início de 2008 pra cá, tem sido sensacional. Tudo aquilo que conseguimos é resultado deste clima, principalmente agora com um time altamente identificado. Temos um ambiente hoje que é realmente fantástico. Eu trabalho na mesma sala que eles, à disposição deles para o que precisarem. Agora o dia-a-dia é com eles
Estilo de gestão: De 2003 e 2007, deixei que a diretoria fizesse praticamente aquilo que quisesse e aprendesse através de seus erros. No início desta nova gestão, no final de 2007, declarei que não faria mais isso. Se houvesse alguma coisa que eu estivesse vendo acontecer com a qual eu não estivesse de acordo, a diretoria teria que me convencer. Se não me convencesse eu levaria para o conselho. Se não convencesse nem a mim nem ao conselho, não iriam fazer. Essa foi uma mudança. Só que com a diretoria que temos hoje não tivemos nenhum caso deste. Tem-se um ambiente diferente, de consulta, de respeito, de diálogo e de consenso. É claro que como tudo na vida há divergências, mas o importante é sabedoria para trabalhá-las, é tirar dali, senão um consenso, pelo menos um acordo de adesão que permita seguir em frente com o comprometimento de todos.
Compra do Ponto Frio: A compra da Globex [controladora do Ponto Frio] foi considerada estratégica pelo conselho do Pão de Açúcar. Há cinco anos na elaboração do planejamento estratégico, que é atualizado anualmente, definimos que teríamos que crescer e sermos muito fortes em não-alimentos. Temos os hipermercados que representam cerca de 50% das nossas vendas. Esse tipo de loja só se sustenta nos dias de hoje se for realmente muito eficiente no não-alimento. Lá você encontra toda a gama de não-alimentos: vestuário, eletroeletrônicos, artigos de informática, etc.
Portanto, os hipermercados têm que ser um canal de distribuição muito forte em não-alimentos, segundo o que acreditamos. Na questão dos eletroeletrônicos, é necessário escala e nós, com a venda somente nos supermercados e uma pequena rede de magazine, não tínhamos dimensão e escala suficiente para podermos oferecer uma opção de compra muito boa para o consumidor. Somos os primeiros e os maiores vendedores de informática no Brasil, mas no restante da linha nunca fomos tão fortes, embora tenhamos condições de financiamento melhores do que nos chamados especialistas.
Então, para que tenhamos escala, achamos que deveríamos fazer, nesse momento, uma aquisição que fosse oportuna, que nos desse uma outra dimensão e que desse um impulso na parte de eletroeletrônicos e móveis. Enfim, toda essa área vai crescer muito com a aquisição do Ponto Frio.
Sobre a virada do Ponto Frio: Se eles tivessem uma geração de caixa adequada, provavelmente não teriam vendido e nós não teríamos comprado nem teríamos muito o que fazer lá. A geração de caixa deles é baixa, há enormes oportunidades para uma gestão eficiente, que tenho certeza que vamos colocar e é isso que estamos visualizando pela frente. Estamos muito satisfeitos com a aquisição.
Sobre a compra do Assai: Desde o fim de 2007, estamos com o formato Assai, uma empresa em que inicialmente adquirimos uma participação de 60% porque não éramos detentores do know how para trabalhar no “atacarejo” [lojas especializadas em atender pequenos negócios, como restaurantes e pizzarias]. O formato “atacarejo” está sendo um sucesso em nossas mãos, estamos aumentando o número de lojas e vamos continuar fazendo isso.
Extra Perto: As lojas de vizinhança estão tendo mais sucesso principalmente pelas dificuldades de locomoção nas grandes cidades. É natural que quando a pessoa precisa de pequenas compras, dê preferência para as lojas de conveniência, muitas vezes muito próximos de suas residências. Lá o consumidor pode com facilidade adquirir os produtos que deseja sem ter que usar o carro. Vamos continuar nosso projeto, devemos abrir cerca de 50 lojas neste ano no formato Extra Fácil, que é o formato das lojas de conveniência. Da mesma forma que vamos continuar abrindo hipermercados, "atacarejos" Assai e supermercados, principalmente o Pão de Açúcar, onde são realmente as lojas que têm a nossa cara.
Abertura de capital: O caminho que eu mais gosto é de uma empresa aberta. O compromisso que você obtém em uma empresa aberta entre todos os gestores é enorme, pela visibilidade que uma empresa aberta precisa ter. Teoricamente não pode errar, não pode falhar - tem que estar sempre fazendo o seu papel e da melhor forma possível porque você está sendo constantemente vigiado. Eu gosto muito de empresas de capital aberto. Meu sócio francês [o Casino] é uma companhia de capital aberto. Não mudou nada com a entrada deles aqui. Somos uma empresa hoje com dois sócios controladores e o mercado. Acho extremamente importante a participação do mercado. Na realidade, um dos nossos membros do conselho (nós temos quatro membros independentes) é representante dos acionistas minoritários e ele é hoje um grande conselheiro para nós.
Como é controlar um grupo gigante como o Pão de Açúcar: Sou uma pessoa com visão de futuro sem perder a realidade do momento atual. Gosto de projetar metas, de ter planos B se as coisas não correrem como eu pensava. Em 1993 e 1994, quando eu adquiri o controle da companhia, eu já pensava em abrir seu capital para fortalecê-la. Vou fazer isso de forma ampla e vou buscar um sócio estratégico que me traga capital e que, se possível, me traga mais conhecimento e mais força. Segui por esse caminho e acho que tivemos sucesso. Não me incomodo em nada de compartilhar decisões, de discutir coisas com sócios. Acho que o importante é fazer as coisas mostrando aos outros que é o melhor caminho e não fazer simplesmente porque você tem o comando. Evidentemente trabalhar com o mercado às vezes não é tão fácil. Às vezes é difícil mostrar para o mercado exatamente o trabalho que você está fazendo, mas é o que tem que ser feito. Com relação aos meus sócios, por que nos damos tão bem? Porque todas as coisas que eu quero fazer, desde que eu tenha direito de fazer, eu digo a eles que quero fazer por esse e aquele motivo.
Relação com funcionários: Eu não quero sacrifícios. Eu quero funcionários com comprometimento e garra, mas com férias, com divertimento, cuidando das suas famílias e de si e que sejam felizes. Aquilo que faço para mim, eu prego para as pessoas que trabalham aqui dentro. O Abílio quer que a empresa continue crescendo com novos desafios. Mas aproveito muito e quero continuar aproveitando. Quero continuar aceitando os desafios, fazendo essa empresa crescer. Quero que ela gere empregos para o país. O problema do Brasil ainda é geração de empregos.
Planos futuros: Estamos praticamente em todos os formatos conhecidos do varejo, o que não quer dizer que não se invente outros. Tudo aquilo que existe de interessante na parte de distribuição e nós achamos que é adequado, estamos estudando. Estamos desenvolvendo fortemente o comércio eletrônico, a área de internet vai crescer muito mais com a integração do Ponto Frio que é bastante forte, praticamente do tamanho do Extra.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A cigarra e a formiga POR MILLOR FERNANDES

Cantava a Cigarra | Uma tragada de fumaça!” Ouvindo a ameaça A Cigarra riu, superior, E disse com seu ar provocador: “Estás por fora, Ultrapassada sofredora. Hoje eu sou em videocassete, Uma reprodutora! Chegado o inverno Continuarei cantando - sem ir lá – No Rio, São Paulo, E Ceará, Rica! E você continuará aqui Comendo bolo de titica. O que você ganha num ano Eu ganho num instante Cantando a Coca, O sabãozão gigante, O edifício novo E o desodorante. E posso viver com calma Pois canto só pra multinacionalma.” |
A cigarra e a formiga POR MILLOR FERNANDES

Cantava a Cigarra | Uma tragada de fumaça!” Ouvindo a ameaça A Cigarra riu, superior, E disse com seu ar provocador: “Estás por fora, Ultrapassada sofredora. Hoje eu sou em videocassete, Uma reprodutora! Chegado o inverno Continuarei cantando - sem ir lá – No Rio, São Paulo, E Ceará, Rica! E você continuará aqui Comendo bolo de titica. O que você ganha num ano Eu ganho num instante Cantando a Coca, O sabãozão gigante, O edifício novo E o desodorante. E posso viver com calma Pois canto só pra multinacionalma.” |
II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL
Graves problemas têm acontecido em nosso planeta com repercussões grandiosas no meio ambiente. A natureza em atitudes aparentemente naturais, provoca desastres, que se transformam em catástrofes. Motivo? Aumento desenfreado da população, falta de administração de recursos naturais e o pior deles agressões sucessivas a natureza.
Que fazer? Como conservar a natureza de forma a evitar essas falhas que tão duramente já castigam hoje e continuarão a castigar amanhã a população do planeta?
A resposta é sempre a mesma: Unindo conhecimento e informação a pessoas competentes com soluções criativas e de sucesso já experimentadas em outros centros do planeta. Com conhecimento a mudança deste quadro é gradativa mais o sucesso é garantido.
O II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL que acontece de 18 a 21 de julho em Fortaleza, reúne especialistas do nosso país e convidados de outros estados e países como Campina Grande, Recife, São Paulo, Rio Janeiro, Espírito Santo, Estados Unidos e Espanha para debater, em busca de soluções, temas como:
- Gestão de Bacias Hidrográficas
- Erosão e Meio Ambiente na Bacia Hidrográfica
- Tratamento de Esgoto Anaeróbio + Aeróbio e Reuso
- Resíduos Sólidos nas bacias e as consequências
- Impactos nas Bacias Hidrográficas
- Novas Tecnologias no Tratamento de Esgoto
- Impactos dos Efluentes de lava-jatos nas Bacias Urbanas
A ABES–Ce, representada pelo seu Presidente Francisco Vieira Paiva, objetiva transmitir conhecimentos para os profissionais da área de engenharia sanitária e afins, de forma a provocar um efeito multiplicador de conhecimentos de casos de sucesso e estudos realizados por doutores de várias partes do estado, país e mundo, capaz de promover mudanças nos comportamentos resultando em melhoria da qualidade de vida presente e futura. Insistir na informação e na conscientização é o melhor meio pra se chegar às soluções rápidas e eficientes.
A ABES, realizadora do evento, é uma organização não governamental de caráter nacional, fundada, em 1966. É internacionalmente reconhecida como uma instituição capacitada para exercer, de forma ampla e plural, uma significativa liderança nos diversos setores quem integram com o Saneamento Básico e Ambiental Brasileiro. Além de promotora de debates sobre temas que interessam a toda sociedade, também aponta soluções apropriadas relativas aos aspectos técnicos, legais, sociais ligados à sustentabilidade do planeta.
O evento tem como foco principal: SANEAMENTO AMBIENTAL : REPERCUSSÕES NAS BACIAS HIDROGRAFICAS fazendo 20 abordagens técnicas que envolvem órgãos governamentais e iniciativa privada, numa conjugação de forças e conhecimento em prol do Saneamento Brasileiro.
Como expoentes no evento teremos o Prof. Dr. holandês Adrianus Van Haandel doutorado em Engenharia Civil pela University Of Cape Town e pós-doutorado pela Agricultural University - Wageningen autor de vários livros além de estudos premiados na área de saneamento no Brasil; o Espanhol, Fernando Fernández Polanco, professor do departamento de Engenharia Química da Universidade de VALLADOLID/Espanha e um dos cientistas responsáveis por um programa piloto sobre tecnologia para o pré-tratamento e incrementação da produção de biogás, o Prof. Dr. Largus T. Angenent, da Universidade Cornell-USA, com experiência em bioenergia, otimização de processos de fermentação anaeróbia para promover misturas de cultura que convertem resíduos orgânicos em transmissores bionegéticos, como o metano, corrente elétrica, hidrogênio ou precursores para o betanol líquido de biocombustível. Em destaque também renomados professores doutores cearense a exemplo do Prof. Dr. Suetônio Mota/UFC com vários livros publicados na área de reuso de água e o Prof. Rogério Campos/UNIFOR, reconhecido nacionalmente pelo trabalho na área de Bacias Hidrográficas. Outros ilustres professores doutores somam na discussão que se configura benéfica para os interessados.